Our Awareness

September 29, 2011 Leave a comment

Spiritism & Spirituality

by Barachisio Martins Jr.

In spite of being discussed all over the world, spiritism is still misunderstood because believing in life after death is hard. However, it’s feasible to unveil secrets by talking to spirits. Besides, we all know that life is an endless process within our awareness. Moreover, there are lots of religion-based writings which explain the existence of different lives.

There are different reasons that motivate people to get in touch with spirits. First of all, there are people who need to talk to spirits to improve their relationships on earth. Sometimes, the spirits themselves must have closer contact with people on earth to provide help. Eventually, some people want to enhance things in general by asking the spirits for advice.

As a matter of fact, everyday life, undeniably, teaches us, all the time, how to be aware of our spiritual growth. It’s a wonderful opportunity to brush up our collective awareness. A host of challenges can maturate us as honorable human beings. Needless to say, it’s also a unique way of changing our true values into better ones.

 Death is a veil between lives. Such veil has been shredded through eventual situations like, for instance, the one known as near-death experience (NDE). In addition, science-based psychology has achieved successful results by making use of regression techniques. Ultimately, regardless of what each and every one of us believes, reincarnation is the true way of reaching the level of sheer awareness.

In reality, our lives are imbued with spirituality. The bottom line is that the main questions of the world can be answered through spirituality. Every time, everywhere, we are surrounded by evidence that nobody can deny, in spite of the fact that some doubt it. Fortunately, life gives us death as a gift so that all of us – with no exception – can experience our own truth.

To Vote Or Not To Vote?

October 24, 2010 Leave a comment

Is It Worth Going To The Polls?

 

by Márcio Bello Teixeira

Undeniably, the majority of us have been dreaming of one day having true politicians in office whose prime objective lies in promoting social equality, regardless of race and gender. Which of us has never thought of seeing children juggling with balls and doing cartwheels for fun, instead of seeing them doing such things at the stoplights, risking their lives, to exchange their daredevil stunts – which they consider entertainment – for alms, as a desperate attempt to say that, ‘to whom it may concern’, they’re not there because they want, but because they need?

Basically, there are two kinds of political parties: the right and the left. On the one hand, ‘the right’ believe in stern taxation, privatization of industries owned by the state, and the minimum of help for the poor. On the other hand, ‘the left’ believe that, by equalizing wealth and power between all parts of society, we can build our own Utopia. In practice, however, we, perspicacious citizens, indisputably know that both parties converge into a common interest: power.

There’s no denying that, however rightist or leftist, the government upholds the principles of a dictatorship-based democracy where democratic voters elect their dictatorial representatives in an addictive sadomasochistic relation that never ends. Hence, it’s also undeniable that, despite the injustices of the system, people don’t feel like getting rid of the corruption they complain about because they’re used to it. Besides, acquiescence is a prerequisite for being enslaved – not to mention ignored and patronized – by those we choose to teach us how to be puppet.

It’s amazing that politicians have the knack of patronizing the electorate. Moreover, sort of mesmerized, many of us speak up for those politicians who have no qualms about giving speeches about the difficulty that people have in living on humiliating salaries. It’s also amazing to think that election campaigns have an infallible brainwashing effect upon vulnerable voters whose fragility lies in having never been given food for thought.

Politicians’ rhetoric proves that what is said counts more that what is done. Each and every one of the politicians knows that expectations outlive fulfillment. Therefore, making promises, without necessarily keeping them, is the key to the success of any election campaign.

It’s an age-old story of getting rich at the cost of impoverishing others. Politicians know that while there is poverty, promises can be exchanged for votes which guarantee a lifelong office. So long as there are poor and hungry people who are ignorant about politics, dependable politicians are to be born. It’s high time we thought twice before going to the polls. Perhaps, if we understood that abstention from voting is the strongest weapon we have to defeat deceitful politicians, we might regain our self-respect and dignity.

 

Coup d’État

October 22, 2010 Leave a comment

A Merda Do Coup /ku:/ De 64

by Márcio Bello Teixeira

Havia uma brincadeira, falada (cantada), ingênua, embora com mensagem subliminar, que ouvíamos quando criança: “quem cagÔaqui?” (cocorica o galo)… “foiUpato!” (grassita o pato)… “então manda lambÊlogo!!” (gruguleja o peru)... …E não sabíamos que se tratava de uma alusão ao borrão do ‘coup’ (leia-se /ku:/) – ou, como alguns preferem, “golpe militar” – de 1964 que maculou muitos de nossos ideais democráticos… …A verdade é que não há nada que consiga eliminar a morrinha – ou seria currinha? – que a explosão peristáltica retal política – tal qual a pessoal – deixa, incondicionalmente, impregnada nas redondezas da nossa tal sociedade brasileira que vive espremida e oprimida, na maioria das vezes, sem respiração, cuja reação se resume em, digamos assim, soluços ocasionais – que mais cedo ou mais tarde – são abafados, ou interrompidos, por elucubrações governamentais ditatoriais – por mais estranho que pareça – de dentro pra fora, sempre fazendo com que os cidadãos se comportem como aqueles besouros conhecidos como ‘rola-bostas’ – raramente chamados de escaravelhos – de um lado pro outro, somente pra tirar de tempo os outros, empurrando, com as pernas, o que foi digerido e expelido pelos moradores do topo da pirâmide brasileira (com cara de trenzinho da alegria), rumo ao banquete mordaz da ignorância analfabeta – absoluta ou funcional – que não consegue entender que em 1985, somente, houve uma rendição de guarda… …Você sabe distinguir ‘o militar à paisana’ de ‘o tirano no planalto’?.. …Todas as rendições de guarda são interessantes…

…Uma coisa é inegável: ‘entre a merda do coup de 1964 e os famigerados rola-bostas de plantão da atualidade existe uma diarréia política de fonte renovável que alimenta a indelével fatia coprofágica da sociedade brasileira’…

…Viva a ambiguidade da palavra francesa ‘merde’… …o contexto é seu…

… Você lembra da capa do LP de Tom Zé ‘TODOS OS OLHOS’?..

…Então veja com seus olhos, disse olhos… http://www.google.com/images?um=1&hl=en&biw=1680&bih=935&tbs=isch:1&q=tom+z%C3%A9+todos+os+olhos&btnG=Search&aq=f&aqi=&oq=&gs_rfai=&uss=1

…e faça a pergunta: ‘é assim que vamos continuar vendo o Brasil?’

Um Dia…

October 21, 2010 Leave a comment

Já Fomos Melhores

By Márcio Bello Teixeira

 

Já fomos gentis

Já fomos amigos

Já fomos bons filhos

Já fomos holísticos

Já fomos solícitos

Já fomos pessoas de valores

Já fomos bons exemplos

Já fomos atentos

Já fomos família

Já fomos alguém

Já fomos de boa paz

Já fomos plurais

Já fomos ternura

Já fomos ideais com ideal

Já fomos desarmados

Já fomos corretos

Já fomos iguais no respeito às diferenças

Já fomos sucesso

Já fomos ordem e progresso

Já fomos maiores

Já fomos melhores

… E agora, o que somos?

… políticos?!

 

Liberdade De Expressão – Freedom Of Speech

October 9, 2010 Leave a comment

Uma Nota Aos Meus Contatos

by Márcio Bello Teixeira

Hoje, mais do que nunca, tenho certeza que nós brasileiros – apesar da pseudo-democracia em que vivemos e vivenciamos – ainda não aprendemos a sustentar nossa agenda política sem que confundamos o significado de sermos politizados e bem informados com o de sermos partidários movidos por paixões recheadas de sectarismo baseado no afã de nossos desejos terceiromundistas sobrepujados por um ranço de ditadura virulenta que tem sido o protagonista de rupturas interpessoais, ao invés de simplesmente políticas ou ideológicas.

Quando infectados, então, tornamo-nos títeres automatizados abastecidos por nano-partículas imbuídas de idéias manipuladoras implantadas cotidianamente por meios que convenientemente matam nossos variados tipos de sede cíclica.

Infelizmente, temos, gradativamente, perdido o sentido de tolerância à diversidade de opinião. Parece que estar a par da opinião alheia tem sido uma tarefa quase impossível, até letal, que, de certa forma, tem escravizado os que não mais querem conhecer e viver o significado da tão chamada ‘liberdade de expressão’.

Não obstante a perda da cidadania, da identidade cultural e do senso comum, o nosso Brasil ainda tem força política em focos de ideais democráticos que discernem entre democracia e tirania disfarçada de democracia. Assim, vamos começar pela manutenção ou resgate da nossa ‘liberdade de expressão’ que nos mantém afastados da tirania absoluta que tanto tememos um dia e que, de alguma maneira, ainda acolhemos em nossa fragilizada brasilidade.

 

 

A Note To My Contacts

by Márcio Bello Teixeira

Today, more than ever, I’m sure that we Brazilians – despite the pseudo-democracy we live in and experience – haven’t learned yet how to support our political agenda without mistaking the meaning of being politicized and well-informed for the one of being partisans moved by passions filled with sectarianism, based on the eagerness of our thirdworldish desires overwhelmed by a mustiness of virulent dictatorship which has been the protagonist of interpersonal ruptures, rather than simply political or ideological ones.

When infected, then, we become automatized puppets fueled by nanoparticles imbued with manipulative ideas daily implanted through means that conveniently quench our varied types of cyclic thirst.

Unfortunately, we’ve gradually lost the sense of tolerance towards diversity of opinion. It seems that being aware of the opinion of others has been an almost impossible task, even lethal, which, somehow, has enslaved those who don’t want to know and live the meaning of the so-called ‘freedom of speech’.

Notwithstanding the loss of citizenship, cultural identity, and common sense, our Brazil still has political strength within pockets of democratic ideals that discern between democracy and tyranny disguised in democracy. Therefore, let’s begin with the maintenance or rescue of our ‘freedom of speech’ that keeps us away from the absolute tyranny we’ve sometime feared and, in one way or another, we still welcome into our weakened brasility.

 

Ícones & Semi-Ícones

September 26, 2010 Leave a comment

Michael ‘Não’ Morreu:

Os Ícones Não Morrem, São Zumbificados

Farrah Fawcett ‘Sim’ Morreu:

Os Semi-Ícones Não Somente Morrem, Caem No Ostracismo

By Márcio Bello Teixeira

Somente agora senti vontade de falar…

Os tablóides – aponte os que não são – vociferam, mais uma vez, nos quatro cantos do mundo. A todo gás, a mídia alada urubuza, mais um vez, o legado de um popstar que certamente marcou gerações através de sua dança e música que encantaram, encantam e, indubitavelmente, encantarão pessoas que admiram o prodígio. Numa legalizada e evidente violação postumária da privacidade de um terráqueo – publicamente querido, cuja família mal teve tempo para se recompor – os caçadores de plantão do cobiçado ‘Pulitzer de Jornalismo’ não deixam passar batido sequer os detalhes do laudo autopsial que revelam, residualmente, a última refeição feita pelo astro do moonwalk (backslide) na sua mansão – também, já devassada. Das tripas ao coração, a imprensa e seus paparazzi compõem o verdadeiro thriller que engrossa a infindável fila dos zumbificados. Mas onde está o coração? Nas mãos dos que tentam acolher as batidas tão ritmadas que ecoam ininterruptamente na Neverland de nossos sonhos  ‘peterpanizadas’ por uma voz melódica que sequer tinha (tem) traços de algo dangerous ou bad.

Opa!.. Os rodapés dos tablóides também sussurram, aqui e ali, a precoce morte de uma star não tão pop que angelicalmente lutou, por alguns anos, contra um inimigo – não tão perigoso quanto os que são bons em ler o TelePrompTer – que mostrou-se mais forte. Não mais, porém, do que os anjos de Charlie que estiveram, e estão, nas mentes dos que vibraram com suas aventuras cheias de suspense e emoção… Isto é um rodapé de tablóide?!

Na verdade, quero crer – independente de pensamentos alheios –  que o invincible Michael Jackson foi ajudado por tinkerbell a encontrar sua Wendy e que Farrah Fawcett fez, finalmente, uso de suas asas para chegar a um lugar mais enigmático do que o de CharlieQuero crer, também, que você não tem cara nem jeito de tablóide.

Apedeutas De Plantão

September 5, 2010 Leave a comment

O Ditador Apedeuta Brasileiro

By Márcio Bello Teixeira

…se alimenta, é claro, do apedeutismo virulento e viciador que quase dizimou, nos últimos anos, o que parecia restar de uma sociedade questionadora e fomentadora de ideais anti-reacionários, sem perdoar sequer os estratos regados a azeite de trufa com cheiro de Renoir, cores de Yo-Yo Ma e som de arroz-pipoca, assim como, certamente, os emergentes que trocaram Che Guevara da parede por Nietzsche no criado-mudo e ainda tentam convencer as papilas gustativas da importância do vinho seco porque a turma da trufa disse ser très chic… …E agora?! …Agora – e agora mesmo – é a hora de acabarmos, pelo menos parcialmente, com esses oxiúros políticos que, quase invisivelmente, incomodam nossas vidas nos lugares e momentos que nos sentimos de mãos atadas… …Vamos tentar expelir – com pensamentos peristálticos – a merda político-partidária que há muito abunda… …Vamos fazer a hora de Geraldo Vandré e vamos beber no ‘Cálice’ de Chico Buarque… …Talvez, assim, aprendamos a dizer ao atual apedeuta no poder:  SOMOS BRASILEIROS E VAMOS ABORTAR O QUE VOCÊ NOS EMPRENHOU PELOS OUVIDOS COM SEU HÁLITO CIANÍDRICO!”

Speak English

November 8, 2009 Leave a comment

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Amizade

July 20, 2009 2 comments

A Árvore Da Amizade
By Márcio Bello Teixeira

Hoje, às 11 da manhã, recebi um e-mail epífano de um terráqueo chamado ‘Fábio Bello’ – primo meu – cuja mensagem perpassa o significado atemporal do vocábulo ‘amizade’. Aí, inevitavelmente, evoquei momentos idos que me fizeram refletir sobre essa tal ‘amizade’. Bem, sei que ‘amizade’ é a única árvore que dá frutos de dois gêneros: amigo(s) e amiga(s); sei, também, que seus frutos não discriminam as mãos que os colhem; claro que sei, também, que seus frutos são os únicos que possuem cores e sabores diversos: ah!.. o mais importante, sei que seus frutos não apodrecem… Pera aí!.. Quem são os meus amigos?.. Por que tenho que eleger amigos e amigas?.. Mesmo depois de selecionado(a)s, por que tenho que pôr rótulos?.. ..que tem mais dinheiro,.. ..que tem mais tempo,.. ..que faz mais por mim,.. ..que é da família,.. ..que é do trabalho,.. ..que é de cor preta,.. ..que é de cor branca,.. ..que tem mais,.. ..que tem menos,.. E eu?!. ..quais são os meus rótulos?!. qual será meu valor de mercado?!. ..e o prazo de validade?!.

…Que belo e-mail!.. Realmente, epífano!..
Quer saber mais?!..
Você é meu/minha amigo(a)! Quer saber as razões?!. Sim, são duas apenas:

A Primeira:
Amizade é percepção que faz bem.

A Segunda:
Eu percebo você!

Pense um pouquinho e refaça sua lista (perceptiva) de amigos e amigas!

Obs.: A árvore da amizade não precisa de água, precisa, apenas, ‘ser percebida’!

Brasilidade

July 3, 2009 Leave a comment

Sei Que Não Sou O Presidente

By Márcio Bello Teixeira

Quando eu me dei conta de que sou o que o presidente não é, e nunca será, percebi quão difícil é descrever o cidadão brasileiro que restou de mim. Mas o pensamento epífano – que me fez compreender minha brasilidade – surgiu quando vi algumas das contas que mensalmente tenho que pagar pra continuar sendo o que ainda sou. Então, senti uma aceleração cardíaca que,talvez, ele também sinta – penso eu – quando vê seu extrato bancário. Rapidamente, fechei meus olhos e lembrei que o coração não vê o dono do peito em que bate – afinal, quem não cara, pode ser coração! Respirando fundo e abrindo as janelas do meu preconceito, busquei um copo d’água pra, sem açúcar, acalmar-me. De novo, indaguei-me, agora, sobre os coliformes fecais que já há muito contaminam (não seria corrompem?) nossa água mineral que, literalmente, mata nossa sede – será que a dele também morre ou é saciada? Bem, oportunamente, resolvi abrir uma lata de sardinha em molho vermelho – sem conotação comunista ou socialista – pra diminuir minha corriqueira fome ansiosa – cara, será que a lata de sardinha dele tem salmão? Enquanto lavava minhas mãos pra tirar o cheiro denunciador do meu hábito alimentar, não consegui evitar a imagem mental de Pôncio Pilatos e aí me perguntei: o presidente lava as mãos como eu? Isso não é tão elementar… Sei, todavia, que depois de enxugar as minhas, ninguém é crucificado, nem sacrificado… De repente, pensei naquele que dizem ter feito a multiplicação dos peixes e a transformação da água em vinho. Foi quando lembrei-me de um tal amigo seu chamado Judas – em quem será que o meu presidente se espelhou? Apesar d’eu não ter uma resposta do nosso jeitinho, sei que ainda sou brasileiro… Mas, sei, com certeza, que não sou o presidente… Mas,… e s’eu fosse?

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